As melhores prendas não custaram dinheiro
- O Caderno

- 21 de dez. de 2025
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Há prendas que passam depressa. Outras ficam. E, curiosamente, muitas das que ficam quase não custaram dinheiro.
Estou a falar da carta escrita sem pressa. Do livro oferecido porque alguém precisava exatamente daquele livro. Do tempo reservado quando era mais fácil dizer “noutro dia”. Do gesto simples que chegou no momento certo.
Gostava de saber: qual foi a melhor prenda que alguma vez ofereceu e que foi gratuita ou quase gratuita? Não precisa de ser Natal, nem precisa de ser grandiosa. Basta ter sido verdadeira.
Se quiser, conte em poucas linhas: o que foi, quanto custou (ou se não custou nada) e porque ainda hoje a recorda. Sem nomes, sem exposição — apenas a história.
Talvez descubramos, juntos, que algumas das melhores prendas não cabem em embrulhos.
Conte a sua história. Pode escrever-nos para:




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