Runxue — “filosofia de fugir” — tornou-se palavra-chave de uma geração chinesa. Entre censura, vigilância e silêncio imposto, intelectuais, escritores e advogados encontram em Tóquio um espaço inesperado para reconstruir a vida pública perdida. Livrarias, concertos e debates ressurgem fora da China, num exílio que não renuncia à identidade, mas à obediência.