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Guerra do Irão: 32 milhões sem voz em Islamabade
O nitrato de amónia viaja por navio. Quando o Estreito fecha, a estação agrícola perde-se. O PNUD estima que até trinta e dois milhões de pessoas possam cair na pobreza. Nenhuma delas tem assento em Islamabade. Esse custo não tem linha nos acordos que forem assinados.
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O país que não recebia armas tornou-se fornecedor dos que as tinham
A mesma guerra que reduziu o armamento à Ucrânia criou-lhe um mercado que não depende dos Estados Unidos para existir. O país que não recebia Patriot suficientes tornou-se fornecedor dos países que os tinham. O drone é o produto. A relação com o Golfo é o investimento.
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O acordo existe. Trump é que não o consegue assinar
Trump só reconhece vitória quando o adversário aparece visivelmente derrotado. O Irão não assina o que pareça rendição. As condições para um acordo existem e são conhecidas por ambas as partes — o que não existe é uma formulação que permita a cada lado apresentar o resultado como vitória.
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Guerra do Irão: o que as bases dos EUA não protegem
Guerra do Irão: o que as bases dos EUA não protegem. Quando o Irão fechou o Estreito de Ormuz em 2026, os países do Golfo com bases militares americanas descobriram que acolher uma base não equivale a proteção. Os Emirados foram os mais atacados. A hierarquia das alianças — com Israel no topo, os aliados do Golfo abaixo — tornou-se visível pela primeira vez. Portugal conhece este mecanismo desde 1973, quando as Lajes serviram a ponte aérea americana a Israel e o embargo árabe
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