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O General Que Esperou Dois Anos Pelo Golpe Fatal
Chegou a Lisboa a 26 de abril de 1934, recebido com “vivas” no cais, e instalou-se no Estoril como quem entra numa antecâmara política. José Sanjurjo trazia a Sanjurjada falhada, dois anos de prisão e uma amnistia recente; trazia, sobretudo, a certeza de que a conspiração não tinha morrido com o fracasso. Entre 1934 e 1936, Portugal foi mais do que cenário: foi abrigo, rede e plataforma discreta de preparação. E, quando o golpe de julho de 1936 rebentou, Sanjurjo morreu em Ca
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O ferro e o fumo abriram caminho a um novo tempo em Portugal.
O País que Começou a Mover-se
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O País que Se Perde na Correria
Do silêncio das aldeias à pressa sem destino: o preço da velocidade.
2 min de leitura


Trilogia do Tempo e da Viagem
De um país imóvel a um país em vertigem: três ensaios para pensar Portugal.
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